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Coluna "Zé Pimenta"
Um passeio pelos restaurantes, bares, lanchonetes e fast-foods revelam muitas coisas certas e erradas (José Francisco Alecrim Pimenta, o Zé Pimenta, escreve quinzenalmente para o Sabor da Cidade.
    


Lanche só a dinheiro. Não aceitamos cartões. Por quê?

 (13/02/2015)

Dias atrás fui a um desses veículos, os food truck, e gostei da qualidade, do trabalho e da atenção para com o cliente. No veículo era comercializado cachorro-quente, feito ali, na hora. Um lanche com os ingredientes normais e ainda um delicioso purê de batata, combinando com a salsicha, vinagrete e os molhos. Pedi quatro para levá-los e os recebi com a devida identificação. Eram dois com a adição de queijo e outros dois com catupiry.

O veículo, muito bem montado e com estrutura para atender ao tipo de comércio de rua, é colorido, chamativo e dotado até mesmo do serviço luminoso e sonoro para as senhas relacionadas aos pedidos de lanches. Destes que observamos em serviços públicos e em lanchonetes e restaurantes fast food de shoppings.

Entretanto, percebi um problema que é comum em muitos pontos comerciais. A falta de comunicação sobre como é a forma de pagamento. No caso do veículo de lanches, não havia qualquer informação sobre como a pessoa pode pagar. Descobri, logo depois de escolher o lanche no cardápio muito bem feito e com letras suficientemente grandes até para quem já atingiu uma certa idade e a visão não é mais a mesma, que não eram aceitos cartões e nem cheques. "Só dinheiro", disse a atendente.

O comerciante tem todo o direito de definir a forma de pagamento que aceita, desde que ela seja apresentada com destaque para o consumidor a fim de que ele não seja surpreendido. A informação clara e exposta sobre forma de pagamento é muito importante e ainda evita um desnecessário desgaste. Pessoas mais exaltadas podem se indignar - e diga-se, com razão - quando forem pagar com o dinheiro de plástico e souberem que ele não é aceito.

Informação é de vital importância em qualquer tipo de negócio e, principalmente, nos que envolvem alimentação. É preciso um cardápio claro, que minimize quaisquer dúvidas, e atendentes treinados e gentis, que conheçam os pratos e possam explicá-los ou detalhá-los caso seja solicitados. Além disso, é claro, o estabelecimento precisa mostrar com clareza o tipo de pagamento aceito para evitar problemas. Em tempo em que entregadores, que vão às casas com produtos solicitados por telefone ou sites, levam máquina de cartões para o pagamento, é quase inadmissível um estabelecimento fixo relutar a aceitar estes mesmos cartões seja por qualquer motivo. E tenho dito!

 
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